Francisco Burlamaqui é professor particular com mais de 11 anos de experiência, tendo passado pelas faculdades de Matemática e Filosofia da UFRGS.
Antes de se dedicar integralmente ao ensino, serviu por 30 anos na Força Aérea Brasileira como Controlador de Tráfego Aéreo, de onde se reformou como Suboficial.
Desde 2011, utiliza a metodologia das Oficinas de Estudo, que valoriza a participação ativa do aluno, respeitando seu ritmo e trajetória, e promovendo um aprendizado mais eficiente.
Inspirado em sua experiência como corredor e maratonista, compara seu papel ao de um treinador, incentivando a prática esportiva para melhorar o desempenho cognitivo.
Seu interesse por Lógica começou em 1987, nos cursos de Programação de Computadores, levando-o a aprofundar-se na área ao longo dos anos.
Em 2010, ao ingressar na Filosofia, percebeu sua habilidade como facilitador do aprendizado ao ajudar colegas na disciplina de Lógica.
Criou a marca Ao Cubo Oficina de Estudos, consolidando seu método de ensino e auxiliando alunos de diferentes idades e perfis a alcançarem seus objetivos.
Dai-me, Senhor, o dom de ensinar,
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor,
Dai-me o dom de aprender.
Aprender a ensinar
Aprender o amor de ensinar.
Que o meu ensinar seja simples, humano, alegre e com amor.
Que eu persevere mais no aprender do que no ensinar.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe
Que o meu saber não domine ninguém, mas leve à verdade.
Que meus conhecimentos não produzam orgulho,
Mas cresçam e se abasteçam da humildade.
Que minhas palavras não firam e nem sejam dissimuladas,
Mas animem as faces de quem procura a luz.
Que a minha voz nunca assuste,
Mas seja a pregação da esperança.
Que eu aprenda que quem não me entende
Precisa ainda mais de mim,
E que nunca lhe destine a presunção de ser melhor.
Dai-me, Senhor, também a sabedoria do desaprender,
Para que eu possa trazer o novo, a esperança,
E não ser um perpetuador das desilusões.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender
Deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor.
Antonio Pedro Schlindwein